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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Peras com parma e queijo azul



Pears With Blue Cheese and Prosciutto
Sofiticado, saboroso e simples de preparar. Tinha que dividir com vocês!
Basta cortar as peras em fatias tipo meia-lua, colocar umas gotinhas de limão para não oxidarem e depois colocar o queijo azul(pode ser roquefort ou gorgonzola e também brie ou camembert. vai depender do seu gosto), uma folha de rúcula e enrolar com a tira de presunto de parma. PRONTO, LINDO E DELICIOSO!!!

Uma ideia bem bacana para as festas de Natal e fim de ano, não acham?

Espero que tenham gostado.
Beijinhos festivos,
Cozinha da Janita

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

O famosinho e irresistível Moscow Mule

Clássico dos anos 1950, o coquetel ajudou a popularizar o consumo de vodca nos Estados Unidos e no Canadá. O seu nome, algo como mula de Moscou, é uma referência ao efeito que o destilado de origem russa, cujo teor alcoólico varia de 35% a 60%, costuma causar em seus bebedores. A receita leva vodca, ginger beer e limão.

No Bagatelle, casa que tem matriz em Nova York,
e em outros tantos lugares badalados no mundo, o Moscow Mule é finalizado com uma espuma de limão, gengibre, clara de ovo pasteurizada e xarope de açúcar, aplicada com o sifão de chantilly.

Segue a receita original para vocês:
Moscow Mule (Uma caneca/copo médio) – Ingredientes:
20ml de vodka
30ml de suco de limão
60ml de ginger beer (cerveja de gengibre, encontrada facilmente em empórios)
10ml de suco de gengibre (rale e esprema com as mãos o conteúdo ralado, ele soltará um suco)
3 colheres de chá de açúcar refinado e peneirado
5 pedras de gelo

Modo de preparo:
Misture muito bem todos os ingredientes para que o açúcar se dissolva por completo e sirva numa caneca com o gelo.

É uma bebida que deve ser servida muito, muito, muuuuito gelada!

Se você quiser dar um toque especial, elevar ela a um outro nível e servir como nos grandes bares do mundo, faça uma espuma de gengibre.

Ingredientes para espuma (rende de 20 a 25 drinks):
50ml – clara de ovo
30ml – suco de limão
50ml – suco de gengibre
50ml – xarope simples (colocar em fogo brando a mesma medida de água e açúcar até que fique uma calda homogênea, espere esfriar para utilizar)

Misture bem todos os ingredientes. Coloque o conteúdo num sifão e guarde na geladeira por, pelo menos, 12 horas. Na hora que for utilizar, coloque a cápsula de nitrogênio e adicione a espuma sobre a bebida.

 
Curiosidades sobre o Moscow Mule

1. Existem algumas versões para a origem do drink Moscow Mule, que foi criado por volta de 1941. Acredita-se que surgiu a partir da associação de três empresários e de seus interesses: popularizar a vodka nos Estados Unidos, além de vender um grande estoque de ginger beer e canecas de cobre. Há quem diga que o nome faz referência ao efeito que o destilado de alto teor alcoólico provoca. Hoje, o drink está em alta em diferentes bares e restaurantes.

2. Sobre a caneca de cobre utilizada para servir o drink, reza a lenda que uma russa imigrou para os Estados Unidos com duas mil canecas de cobre e a missão era vendê-las. Essa imigrante teria encontrado o dono da marca de vodka e o criador de uma marca de ginger beer. Dessa associação, comentada no primeiro item, que vem o uso da caneca para o Moscow Mule.

3. A receita original leva apenas vodka, ginger beer (um refrigerante de gengibre não alcoolico) e limão. Como não existe distribuição de ginger beer no Brasil, em 2011, o mixologista Marcelo Serrano criou uma versão brasileira, que leva espuma de gengibre, vodka, limão, xarope simples e angostura. Com o tempo, o Moscow Mule se popularizou pelo Brasil, na sua versão adaptada.

4. É um drink equilibrado e com um perfil de sabor que agrada bastante aos brasileiros, é cítrico e doce na medida. Seu consumo está bem estabelecido, vários clientes já conhecem e pedem nos bares. Não é uma tendência, e sim uma moda que já se consolidou.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

fondue de doce de leite

Que tal variar a fondue de chocolate e preparar esta versão, à base de doce de leite? 
Aprenda a preparar a receita fácil, deliciosa e irresistível.

Ingredientes:
300 g de chocolate de doce de leite(de preferência argentino ou uruguaio, são os melhores)
100 ml de creme de leite
2 colheres de sopa de conhaque

Acompanhamentos:

200 g de morango picado
200 g de banana picada
Biscoitos diversos 



Modo de Preparo:

Numa panela, coloque o doce de leite argentino. Acrescente o creme de leite lentamente, mexendo sempre. Deixe encorpar um pouco no fogo brando. Ao final, abaixe o fogo e mexa por mais três minutos. Sirva em um réchaud apropriado, com as frutas picadas e os biscoitos.


Dicas da Janita:

Você pode deixar preparado com antecedência e na hora só aquecer.

Se não quiser, não precisa colocar o conhaque, os dois ficam bons, maso conhaque dá toque...

Outras sugestões para acompanhar: uva itália, maçâ, kiwi, pêssego em calda, figo, pera, frutas secas, suspiros, quadradinhos de bolo inglês ou panetone torrados.
 

Rendimento: 4 porções


Harmonização:
Uma boa dica na hora de degustar sobremesas muito doces, como é o caso de receitas que vão doce de leite, é optar por uma bebida que bata de frente com a doçura extrema desses pratos. O recomendado nessa ocasião são aqueles vinhos brancos para que a mistura não fique muito enjoativa. Vinhos da uva chardonnay, por exemplo, são excelentes pedidas.


Você sabia?
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Antes de ser um alimento, a fondue (é “a” fondue e não “o” fondue) é uma diversão. Resulta num encontro especial com a família ou amigos acomodados em torno da caquelon (panela de fondue), desfrutando de momentos mágicos e com um gostoso sabor de inverno.
Fondue é um nome advindo da palavra francesa “fondre”, que significa “fundido” ou “derretido”, e a origem da fondue remonta há cerca de sete séculos, quando alguns povos dos alpes suíços produziam mais queijo que podiam vender e comer.
Num determinado ano alguns moradores tiveram a ideia de derreter o excesso e, para ser melhor conservado, acrescê-lo de algum álcool, aguardente – o kirsh, destilado local de cerejas – ou vinho.

Muitas pessoas só conhecem a fondue de chocolate, muito popular no mundo inteiro. Na verdade, o prato começou a se destacar na década de 50, quando o chefe Conrad Egli, de Nova York, passou a servi-lo. Além disso foi Conrad Egli que criou a fondue de chocolate, para servir de sobremesa.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Salada de Feijão Fradinho

 Imagem relacionada
Ingredientes:

1 1/2 xícara (chá) de feijão fradinho cru
1 litro de água
1/2 pimentão vermelho picado
1/2 pimentão amarelo picado
1/2 pimentão verde picado
1/2 cebola roxa picada
1/2 cenoura ralada
1 tomate picado sem sementes
Suco de 1 limão

1 dente de alho picado ou espremido
Azeite de oliva
Sal e pimenta a gosto
Tempero verde a gosto(Salsinha, cebolinha, etc)

Modo de Preparo: 


1. Em uma panela de pressão, cozinhe em fogo alto por 20 minutos o feijão branco na água.
2. Desligue o fogo e espere a pressão sair antes de abrir a panela. Pegue um grão e tente amassar. Se conseguir facilmente, é porque o feijão está cozido. Se não, deixe cozinhar mais um pouco. Escorra a água e reserve.
3. Em uma tigela, misture os pimentões à cebola, cenoura, tomate, alho, suco de limão e ao tempero verde.
4. Acrescente o feijão e misture bem, regando com azeite de oliva.
5. Corrija o tempero com sal e pimenta e sirva com folhas verdes. É possível também temperar com gengibre, hortelã ou coentro.

Fica uma delícia!  
 

Sobre o FEIJÃO FRADINHO


Conhecido também como feijão-de-corda, feijão-maçácar e feijão-caupi, entre outros nomes, o feijão-fradinho tem um grão arredondado, de cor clara. Durante o cozimento, não forma caldo e adquire um sabor levemente adocicado. Compõe deliciosos pratos típicos nordestinos e é comumente usado em saladas como entrada.
 

E não é só isso: o feijão-fradinho é rico em ferro, zinco, potássio, manganês e fibras. É também apontado como um grande aliado no combate aos altos níveis de colesterol no sangue, que podem prejudicar a saúde do coração.

Meia xícara de feijão fradinho tem apenas 100 calorias e 1 grama de gordura, tornando-o uma escolha perfeita também para dietas.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Terrine de Mascarpone, Gorgonzola, Damasco, Nozes e Pitaches

Ingredientes:
100 g de damasco
35 ml de mel
50 g de nozes
50 g de pistache
450 g de queijo gorgonzola
390 g de queijo mascarpone
 

Modo de Preparo:
Untar uma forma de bolo inglês (terrine) e forrar com filme plástico, deixando sobra para cobrir a forma depois (esse processo facilitará quando for desenformar).
Amassar o gorgonzola e forrar o fundo e os lados da forma, apertando com as mãos.
Picar grosseiramente as nozes, pistaches e damascos.
Misturar o queijo mascarpone com o damasco, nozes, mel, pistache e colocar essa mistura na forma, por cima do gorgonzola.
Cobrir com uma camada do gorgonzola amassado.
Por fim, cobrir toda a forma com as pontas do filme plástico que sobraram.
Levar para a geladeira, melhor se for por de 12 a 24 hs antes de servir.
Desenformar em um prato retangular e decorar como desejar.

Por que Terrine?

Terrina ou terrine é o nome em francês dado a uma vasilha funda, com tampa, refratária e geralmente de cerâmica. Os pratos preparados nessa vasilha levam o mesmo nome.

Confunde-se Terrine com patê pelo fato de que um dos clássicos preparados com o foie gras (fígado de ganso) é preparado na terrine, são os fígados temperados com sal, pimenta-do-reino, enriquecida com fatias de trufas negras, regados com vinho Sauternes ou vinho do porto. Os fígados são apertados na terrine e cozidos em banho-maria. Depois de frio pode-se retirar da terrine e fatiar, e a consistência fica parecida com a de um patê.

Na verdade, a terrine não é uma evolução do patê e sim uma forma de preparar. Terrine é a forma em que o patê é assado, pode-se preparar terrine de quaisquer ingredientes não resultando necessariamente em um patê. Pode-se, por exemplo, preparar uma Terrine de legumes e não será um patê. Os dois são muito deliciosos.

Os patês clássicos, esses sim, podem ser assados envoltos em massa, chamados então de patê em croûte, ou então em formas do tipo bolo inglês, chamados de patê en terrine.

Harmonização e trilha sonora ideal: Já que o prato tem o pé na França, a sugestão de vinho é um bom Chablis e a de música fica por conta da doce voz da Carla Bruni.

Ouçam enquanto cozinham! É pura inspiração:


https://youtu.be/hR_O0vzQj4k 



quarta-feira, 28 de junho de 2017

Crostini(ou Bruschetta) de Cogumelo e Mascarpone

 Chamar de Crostino(singular de crostini) ou Bruschetta vai depender do pão utilizado. 
Seja como for, essa receita fica maravilhosa!

Ingredientes:
2 cebolas
3 dentes de alho
450g de cogumelos(paris/funghi/shimeji ou de sua preferência)

2 colheres de sopa de manteiga
100ml de vinho branco seco
Dill ou salsinha picados
4 colheres de sopa de queijo mascarpone(ou cream cheese)
12 fatias de pão italiano ou ciabatta
Parmesão ralado para decorar
Sal e pimenta-do-reino a gosto


Modo de Preparo:
Corte as cebolas e esmague 2 dentes de alho. Depois, corte os cogumelos em fatias ou tiras(ou como preferir)Aqueça a manteiga(ou azeite de loiva) em uma frigideira grande e salteie as cebolas e o alho até ficarem macios. Acrescente os cogumelos e salteie por  em fogo forte até ficarem dourados;
Adicione o vinho e reduza. Incorpore depois o queijo mascarpone e o dill ou salsinha. A seguir, tempere a gosto e retire do fogo;
Depois, torre as fatias de ciabatta e abra ao meio o último dente de alho. Esfregue as metades do alho em um dos lados de cada torrada. Cubra o pão com a mistura de cogumelos e decore com um pouco de parmesão ralado.

Sirva imediatamente e bom apetite!


BRUSCHETTA


A bruschetta é uma espécie de sanduíche aberto, de onde, provavelmente, se originou a idéia da torrada com queijo. Normalmente, é feita com pão sourdough, um pão de massa fermentada com levedura natural, de cor cinza-escura, com mais água que o habitual. O pão tem uma casca grossa e crocante e, por isso, retém mais umidade, podendo ser usado até uma semana depois de feito. 

O pão fica melhor em fatias de 1 cm de espessura e torrado em uma grelha, ou mesmo em uma tostadeira de pão doméstica. Depois de tostar as fatias, é preciso esfregá-las levemente duas vezes com um dente de alho, em seguida regá-las com um bom azeite de oliva e povilhar sal e pimenta-do-reino. A cobertura pode ir da mais simples à mais luxuosa, de ervas picadas e um tomate esmagado com manjericão até vegetais marinados, belos queijos ou uma deliciosa carne de carangueijo desfiada. Enfim, o que você preferir. Só há uma regra a seguir: seja qual for a cobertura da bruschetta, ela tem de ser feita com ingredientes frescos, cozidos com cuidado e amor.


CROSTINI

  Os crostini são feitos com pão branco em vez do pão com fermento natural. Na Itália, eles simplesmente tostam uma fatia de ciabatta de 1 cm de espessura, esfregam-na com um dente de alho cortado, regam com um pouco de azeite de oliva e temperam com sal e pimenta-do-reino. Os crostini podem ser ótimos aperitivos com drinques, especialmente se você vai oferecer diferentes coberturas.

Creme de Paçoca no Copinho

Uma sobremesa prática e rápida. Perfeita para Festas Juninas ou outras datas. 
Impossível não adorar!
 

Ingredientes: 

 
1 lata de leite condensado
150 ml de leite
3 colheres de sopa de amido de milho
½ colher de chá de essência de baunilha
1 lata de creme de leite sem soro
5 paçocas
2 paçocas esfareladas para enfeitar
 

Modo de Preparo:

Numa panela coloque o leite condensado, o leite, o amido de milho e a essência de baunilha e leve ao fogo médio até engrossar. Retire do fogo e transfira o creme para uma batedeira e bata. Com a batedeira ainda ligada adicione o creme de leite, as 5 paçocas e bata bem até formar um creme homogêneo. Desligue a batedeira, coloque o creme em copinhos ou taças e leve para gelar. Sirva com a paçoca esfarelada.


Sobre a Paçoca

O nome “paçoca” vem do termo indígena PA-SOKA, que quer dizer “esmagar com as mãos”, referindo-se ao modo antigo de preparo, onde a carne e a farinha eram socadas em um pilão.
É tradicionalmente preparada no Brasil para consumo nas festividades da Semana Santa e Festas Juninas. O preparo da paçoca para a Semana Santa, vai além da culinária em si, é um ritual cristão de valorização do amor e da harmonia em família onde se prestigia o altruísmo. Há também as paçocas industrializadas que são vendidas e consumidas o ano inteiro. Entre estas, existem as chamadas paçoquinhas de amendoim tipo rolha, que são vendidas com a forma cilíndrica das rolhas e com uma cor que também se assemelha de certa forma à destas.
Em São Paulo e em Minas Gerais, festas anuais acontecem para celebrar o doce.

Choconhaque e Chocolate Quente

 2 Receitas diferentes, mas muito saborosas, perfeitas para aquecer os dias frios de inverno e incrementar as opções de bebidas nas festas Juninas.


Choconhaque Quente

Ingredientes:
2/3 xícara de chá de conhaque ou brandy
4 colheres de sopa de chocolate em pó (de preferência sem açúcar)
1 litro de leite bem quente
Canela em pau a gosto
Pitadas de noz-moscada ou canela
1 colher de café de cravo

1 xícara de açúcar mascavo(experimente e coloque menos ou mais, a gosto.
 

Modo de fazer:
Adicione o açúcar, o cravo, o leite, o chocolate e o brandy em uma panela no fogo e misture bem. Leve ao fogo e quando estiver homogêneo retire do fogo e sirva nas canecas. Polvilhe uma pitada de noz-moscada ou canela e coloque um palito de canela ao lado para ser usado como mexedor.


Chocolate Quente

Ingredientes:
5 xícaras de leite
2 colheres de sopa de ovomaltine (opcional, mas dá um toque maravilhoso)
2 colheres de sopa de amido de milho
3 colheres de açúcar de confeiteiro
4 colheres de cacau em pó sem açúcar
100g chocolate meio amargo
1 pitada de canela

Modo de Preparo:

Leve o leite para esquentar em uma panela.

Enquanto isso misture todos os ingredientes e pique o chocolate.

Quando o leite começar a borbulhar adicione os ingredientes misturados e mexa ate encorpar.

 A Origem do Chocolate Quente

Em 1500 A.C., a civilização de Olmeca (habitavam as terras baixas do Golfo) já havia encontrado e aproveitado o fruto da cacaueiro e foi encontrado evidências alguns anos após, pelos Maias, Aztecas e Toltecas que consideravam o cacau como o alimento dos deuses sendo usado o chocolate como uma bebida que acrescida de algum condimento e era degustada pelos sacerdotes em rituais religiosos.

Na Europa, o cacau foi espalhado por Hernando Cortez, já que o descobriu em suas conquistas no México, mas só foi difundido, valorizado e plantado pelos espanhóis quando o cacau passou a ser utilizado como moeda de troca com os povos mexicanos, e em 1528, Hernando trouxe também os apetrechos necessários para produzir uma bebida mais agradável ao paladar agregando o açúcar e outros adoçantes a bebida, para ser possível hoje em dia, a consumirmos em larga escala por todos nós, como o chocolate em tabletes.


Ao longo dos anos, o chocolate se expandiu pela Europa foi ganhando popularidade com as misturas e produtos agregados, tais como o leite, o vinho, especiarias, açucares e cerveja. Foi criada, pelos Ingleses, uma máquina a vapor para esmagar os grãos de cacau e com isso, permitiu a fabricação do chocolate em larga escala. Mas somente com a revolução do chocolate nas mãos dos Holandeses, que desenvolveram uma prensa hidráulica para extrair e separar a torta ou massa de cacau e de outro lado a manteiga de cacau. Assim foi difundida também os achocolatados e juntamente com a manteiga de cacau, fez o desenvolvimento dos primeiros tabletes de chocolate.

Pamonha de Copinho

Fácil e rápido de preparar. Uma delícia para as Festas Juninas e para o ano todo!


 Ingredientes:

3 latas de milho escorridas ou 600 gramas de milho cozido
200ml de leite ou leite de coco(leiete de coco fica melhor)
6 colheres de açúcar
1 colher de sopa de manteiga sem sal
1 pitada de sal

essência de baunilha (opcional)
canela a gosto
 

Modo de Preparo:
Se deseja um creme mais liso, bata no liquidificador o milho com leite e com uma peneira, coe a mistura retirando o bagaço do preparo. Adicione o restante dos ingredientes e bata novamente no liquidificador. Se não se importar com o bagaço, é só bater no liquidificador todos os ingredientes. Cozinhe o creme numa panela em fogo médio, até engrossar um pouco, mais ou menos por 20 minutos. Depois de cozido, deixe a pamonha esfriar, distribua em copinhos pequenos e leve para gelar. Sirva polvilhada com canela para dar um sabor especial. 

Fica lindo e delicioso! 

Origem da Pamonha

De acordo com Câmara Cascudo, em seu livro a História da Alimentação no Brasil, receitas como pirão, pamonha, canjica, pipoca, dentre outras tiveram origem com os índios brasileiros. E, com a colonização das Américas, os portugueses e africanos foram adaptando e produzindo outras receitas.

O nome pamonha vem da palavra pamunã, do tupi. Não existe, exatamente, o local que ela nasceu de fato, mas é um prato muito consumido na região centro-oeste, especialmente no estado de Goiás, onde o alimento encontra-se em mercados, restaurantes, feiras, pamonharias, etc. A pamonha também é muito popular em outros estados brasileiros, tais como São Paulo e Minas Gerais, Tocantins e é adicionada açúcar a massa. Já no Nordeste, é doce e feita com leite de coco.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Torta de Pão de Queijo

Quem também é louco por pão de queijo vai amar essa receita que além de deliciosa é rápida e fácil de preparar.


Ingredientes:

2 xícaras de polvilho doce
1 xícara de polvilho azedo
3 ovos
1 xícara de queijo minas ralado(ou outro de sua preferência)
½ xícara de óleo de girassol(ou outro de sua preferência)
1 xícara de leite morno
Pitada de sal
1 colher de chá de fermento químico
300g de linguiça calabresa picada( presunto/peito de peru)
100g de queijo muçarela ralado
3 tomates picados sem pele e sementes
Pitada de orégano
Noz moscada
50g de queijo parmesão ralado

Modo de Preparo:

No liquidificador, bater o polvilho, os ovos, o queijo minas, o óleo e o leite.
Dispor em uma tigela, adicionar o sal e noz moscada e misturar.
Adicionar o fermento e misturar delicadamente.
Colocar a metade da massa em uma forma untada e enfarinhada.
Botar a linguiça calabresa picada, o queijo muçarela ralado, os tomates e uma pitada de orégano.
Cobrir com o restante da massa.
Polvilhar o queijo parmesão por cima.
Levar ao forno preaquecido 180 graus por 30 minutos.

*Por que o uso de polvilho doce e azedo na receita? O polvilho doce vai dar a elasticidade e peso à receita, além de ser como uma espécie de “cola” que mantém a forma. Já o polvilho azedo dá à preparação o gostinho característico “azedo”, além de uma certa leveza e expansão da massa, para que ele não fique muito borrachudo depois de esfriar.

Polvilho, o que é? Qual a diferença entre doce e azedo?

Polvilho ou fécula de mandioca: produto amiláceo extraído da mandioca (Manihot utilissima).
O polvilho de acordo com o teor de acidez, será classificado em polvilho doce ou polvilho azedo;

Polvilho doce e fécula são tecnicamente o mesmo produto. Comercialmente, é comum a denominação de polvilho doce para o produto obtido por secagem solar, processado em unidades menos automatizadas, de menor escala.

O polvilho azedo é um produto obtido da mesma forma que o doce, mas é fermentado após a etapa de decantação da fécula e antes da secagem feita pelo método solar. O polvilho azedo é um amido modificado por causa da fermentação.

Polvilho Azedo: produto diferente, tem como base a fécula de mandioca. Fermentado por 15-40 dias por ação de microrganismos e acidez deve chegar a 5%.


domingo, 23 de outubro de 2016

Leites Vegetais

Os leites vegetais são grandes aliados para quem faz uso de dietas que restringem leites de origem animal, como é o caso dos veganos. Quem tem intolerância ou alergia à lactose, ou ainda outro elemento presente nos leites animais, também costuma substituir leites animais pelos vegetais em suas refeições.


Benefícios do leite vegetal:
Baixo teor de gorduras ruins;
Rico em vitaminas B;
Não contém lactose e nem colesterol;
São ricos em vitaminas B.

Normalmente há pouca variedade de leites vegetais disponíveis nos supermercados comuns, e quando são encontrados, apresentam um preço bem salgado. Outra desvantagem dos leites vegetais industrializados é que quase sempre apresentam conservantes, corantes, açúcar e adoçantes, o que faz muitas propriedades desses leites se perderem.

Uma boa alternativa é fazê-los em casa. 
Selecionamos algumas receitas que dão certo.

Leite de gergelim

1 litro de água filtrada
3/4 xícara de gergelim sem casca

Deixe o gergelim de molho por, pelo menos, 4 horas. Bata com a água filtrada no liquidificador por alguns minutos e coe. O que ficar na peneira pode ser usado para fazer patê, acrescentando temperos e azeite. O gosto do leite de gergelim é um pouco mais forte que os demais leites. Cada pessoa precisa sentir a quantidade de água ideal/agradável para ela.

Leite de amêndoas

30 a 50 g de amêndoas cruas
1 litro de água potável

Bata as amêndoas com água no liquidificador e coe com um coador fino ou filó.

A amêndoa pode ser deixada de molho por 4 horas, para que o leite fique mais digestivo. Nesse caso, deixe-a de molho e antes de bater, troque a água.

Leite de arroz

arroz cozido, sem sal
água potável
fava de baunilha

Cozinhe o arroz, normalmente, em água e com a fava de baunilha. Retire do fogo e bata com água mineral até o arroz se desfazer. A grossura do leite é você quem decide: pode ser mais ralo (acrescente mais água) ou mais grosso. Você pode coar se quiser. Outra opção é fazer o arroz sem a baunilha e, quando colocá-lo no liquidificador, acrescentar essência de baunilha e açúcar.

Ele é rico em carboidratos, pobre em proteínas e é o que apresenta menores propensões de desenvolvimento de alergias, além de ser fonte de vitaminas do complexo B. 

Leite de soja


2 xícaras de soja crua em grão
6 xícaras de água fervendo
água para deixar de molho

Deixe a soja de molho durante a noite em água. Escorra. Bata a soja com a água fervendo (ou bem quente) no liquidificador. Coe e coloque o líquido numa panela. Leve para ferver por alguns minutos. Está pronto.

Leite de macadâmia

50 g macadâmias cruas
1 xícara de água potável
Bata no liquidificador e coe.

Leite de castanha do Pará

1 xícara de castanhas do Pará
1 litro de água potável

Deixe a castanha de molho por, pelo menos, 8 horas ( de um dia para o outro estará bem). Escorra. Coloque no liquidificador e acrescente a água potável. Bata e coe.

Leite de aveia


80 g de aveia em grão (não é em flocos!)
1 litro de água potável

Deixe os grãos de aveia de molho por, pelo menos, 6 a 8 horas (pode ser de um dia para o outro). Jogue a água fora. Coloque 1 litro de água potável no liquidificador e acrescente a aveia escorrida. Bata e coe com um saquinho de filó.

Leite de semente de abóbora


1 xícara de sementes de abóbora cruas
3 xícaras de água
água para o molho

Deixe as sementes em água de molho por uma noite. Retire a água e descarte. Coloque as 3 xícaras de água filtrada e bata. Coe e sirva.

Leite de Quinoa

1 copo de quinoa
3 copos de água mineral

Deixe a quinoa de molho por, pelo menos, 4 horas. Escorra. Bata no liquificador com os 3 copos de água filtrada. Coe e sirva.

Panqueca sem glúten e sem lactose

A panqueca é uma preparação versátil, que pode ser consumida no café da manhã e nas refeições principais, com algum componente proteico. A massa, por ser versátil e prática de se fazer, é base para qualquer combinação de recheio e acompanhamentos. Esta receita é feita com substitutos dos dois principais ingredientes, a farinha de trigo e o leite. No lugar, é utilizado a farinha de arroz e os leites vegetais, como leite de arroz, de castanhas, entre outros.

INGREDIENTES:
• 2 ovos ;
• 1 copo (200ml) de leite vegetal ;
• 2 xícaras (chá) de farinha de arroz ;
• 2 colheres (sopa) de óleo de coco ;
• Sal ou açúcar de coco à gosto, dependendo do recheio ou calda a serem utilizados.

MODO DE PREPARO:
Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata até ficarem homogêneos.
Em uma panela antiaderente coloque uma suficiente para cobrir o fundo da panela, deixe assar dos dois lados.
Sirva com a calda ou o recheio de sua preferência. 

Temos várias receitas de leites vegetais aqui no blog. 
Você pode fazer facilmente em casa e com baixo custo.

Benefício dos leites vegetais:
Não contêm lactose e nem colesterol
Baixo teor de gorduras;
Alta porcentagem de gorduras mono e poli-insaturadas, benéficas para o coração;
Alto teor de vitaminas B;
Relação equilibrada entre o sódio e o potássio;
São perfeitos para pessoas que realizam o processo digestivo lentamente, que apresentam problemas de prisão de ventre, cólon irritável etc.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Empadinha de goma de tapioca


Para quem curte receitas saudáveis e anda querendo variar o cardápio, e sair um pouco da básica crepioca/tapioca, essa sugestão é ótima! E dá para incrementar com o que gostar também.


Ingredientes:
3 ovos
6 colheres (sopa) de goma para tapioca (bem cheias)
1 colher (sopa) de queijo parmesão ralado
1 colher (sopa) de creme de ricota
1 pitada de sal, ervas e pimenta a gosto
 

OBS: O queijo parmesão e o creme de ricota dão sabor e cremosidade à receita, mas se você não pode ingerir produtos com lactose ou não tem em casa, pode omitir. Você também pode substituir o creme de ricota por requeijão, outro creme de queijo, creme de leite e até iogurte natural.



Modo de fazer:

Prepare o recheio que você pretende usar e reserve.
Em uma tigela, bata os ovos com a tapioca, adicione o queijo ralado e o creme de ricota, tempere com sal e reserve.
Unte as forminhas de silicone, distribua o recheio até a metade de cada cavidade, complete com os ovos e leve para assar em forno preaquecido por aproximadamente 30 minutos em forno médio/ alto ou até que fiquem douradinhas e firmes no centro.
A receita rende de 8 a 10 empadinhas.

Receita do blog Mel e Pimenta.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

O ceviche peruano que dá certo!

"O Ceviche é a perfeição do simples". 
(Frase do Chef Javier Wong)


Há muitos anos tentava receitas de ceviche, que é uma das minhas grandes paixões. Paixão essa tão grande que já fui ao Peru para descobrir, provar e aprender as mais diferentes versões do prato e suas histórias. Uma receita simples, mas riquíssima, que precisa ser bem executada. 
Nessas andanças e experiências, finalmente cheguei à minha receita perfeita, aquela que, para mim, preparando em casa, é o mais perto de um autêntico ceviche peruano delicioso. O segredo do bom ceviche está no peixe fresco e no misterioso Leche de Tigre, que dizem  ser um poderoso fortificante, dando a força do animal a quem o toma, e que cura ressaca! (risos...)
E é esse tesouro que vou compartilhar aqui e agora.
Espero que façam e gostem!

Imagem: Cozinha da Janita
Ingredientes:

Para o Leche de Tigre:
1 xícara de caldo de peixe(se não tiver o caldo natural, use um cubo ou sachet de caldo de peixe)
1/2 xícara de aparas de robalo
2 xícaras de suco de limão thaiti(sem sementes)
1/2 xícara de salsão ou salsinha e cebolinha picada
4 dentes de alho
2 colheres(sopa) de gengibre picado
1/2 xícara de cebola picada
coentro fresco a gosto
pimenta dedo-de-moça ou pimenta de cheiro picada a gosto(sem sementes)
sal a gosto

Para o Ceviche:
2 e 1/2 de xícaras de robalo em cubos(por volta de 250 g)
sal rosa ou flor de sal a gosto
gengibre ralado/espremido a gosto
alho a gosto
limão a gosto
pimenta dedo-de-moça ou pimenta de cheiro picada a gostos(sem sementes)
coentro a gosto(se não gostar do coentro, use salsinha)
1/2 cebola roxa cortada em fatias finas e deixadas previamente de molho em água gelada.
100 ml de LECHE DE TIGRE(esse caldo é o que irá temperar/incrementar e dar o toque especial e próprio do ceviche original)

Modo de Preparo:

Leche de Tigre:
No liquidificador, junte o caldo de peixe, as aparas de robalo, o suco de limão sem sementes, o salsão(ou salsinha e cebolinha), o alho, o gengibre e a cebola picada, o sal e bata bem.
Passe essa mistura por uma peneira.
Acrescente o coentro picado, a pimenta picada, acerte o sal se achar necessário e misture. Leve à geladeira em vidro ou pote fechado e deixe repousar por 30 minutos.
Fica um caldo clarinho e incrivelmente saboroso, é o segredo do ceviche.

Ceviche:
Num bowl, coloque o robalo em cubos e tempere com sal e demais temperos a gosto, sempre misturando delicadamente a cada ingrediente para o peixe incorporar bem os sabores. Pegue leve no tempero do peixe, principalmente no sal e coentro, pois é preciso lembrar que o Leche de Tigre também dará sabor depois.
Adicione então o Leche de Tigre previamente feito, a cebola roxa escorrida e misture bem.
Sirva a seguir em taças individuais.

Variações do Ceviche: A receita acima, sugere o robalo, mas pode ser usado o peixe fresco de sua preferência(peixes brancos como cioba, corvina, pescada amarela, pescada branca, namorado, badejo, linguado e congrio e de carne escura como atum, bonito, peixe serra e salmão vão muito bem nesse tipo de preparo e podem ser facilmente encontrados em qualquer feira livre), polvo, camarão, lula, marisco(previamente escaldados), ostras, kani, siri.... Outra boa pedida é fazer um ceviche misto, com frutos do mar de sua preferência.

Dicas especiais da Cozinha da Janita: No Peru finalizam e incrementam ainda, na hora de servir o ceviche, com um tipo de milho assado crocante que chamam de cancha. Colocam por cima como se fosse enfeite. Dá um toque crocante e gostoso. Na falta desse tipo de iguaria por aqui, sugiro, lascas de amêndoas ou de alho tostadas, dentes de milho(pode ser o enlatado bem escorrido)assados ou fritos.
Fica bonito decorar  com banana chips salgada, batata doce chips também.
Outra delícia de dica saborosa e linda, é fazer crispies de alho poró(a receita vai de brinde abaixo) ou de abobrinha, fica divino!
Enfim, a ideia é criar em cima disso dentro do seu gosto.

*Crispy de Alho-Poró:
Corte a parte branco do alho-poró em julliene, ou seja pequenos bastonetes de 5cm com espessura de no máximo 2mm. 
Agora vem o segredo que é o pulo do gato: num saco plástico coloque 2 colheres de farinha de arroz e 2 colheres de Maizena, adicione o alho-poró cortado dentro do saco e misture tudo muito bem.
Aqueça o óleo em uma fritadeira (ou uma frigideira), coloque o alho-poró por partes, frite até dourar, retire e ponha sobre papel toalha absorvente. Prontinho um crispy maravilhoso para usar no seu ceviche ou em mil outros pratos!

Lembre sempre:
Como em toda a gastronomia, o principal na hora de escolher o melhor peixe para a sua receita é ficar de olho no que está mais fresco.

HARMONIZAÇÃO: o ceviche pode ter a companhia harmoniosa de um espumante, mas também recebe bem vinhos brancos como os chilenos Chardonnay ou Sauvignon blanc que tenham um pouco de frutado. Escolha apenas aqueles que conservem acidez suficiente para refrescar o lado picante da pimenta e equilibrar o paladar.

Origem e histórias do Ceviche

Mas, afinal, qual a definição de ceviche? De forma simples podemos dizer que se trata de peixe, geralmente branco, cortado em pequenas tiras e marinado em sumo de limão, muitas vezes com variadas pimentas. No final, são adicionadas finas meias rodelas de cebola roxa e coentro. Parece ter tido origem no Peru, mas é um prato constante em toda a América Latina, particularmente a do lado do Pacífico, do México até ao Chile.
A versão clássica é ainda acompanhada de milho cozido e batata-doce cozida.
Se atentarmos à etimologia do termo ceviche, vamos encontrar várias teorias que nos ajudam a entender melhor a sua história ou as várias estórias que correm à volta das suas origens. Alguns defendem que o termo ceviche, melhor “cebiche”, vem do termo árabe “iskbê”, que por sua vez terá dado origem ao escabeche tão comum na península ibérica. É certo que o escabeche era uma preparação que começava com a fritura prévia do peixe e o molho teria a função de conservação. Teriam sido os árabes os introdutores dos citrinos em Portugal e Espanha e depois levados para os respectivos novos países colonizados mas, com a acidez da preparação, começaram a juntar cebola para quebrar o sabor. Outra teoria com origem nos árabes, e pela palavra “sibesh”, que significa comia ácida, defende que seriam as mulheres de origem árabe, cozinheiras, trazidas por Francisco Pizarro, que teriam introduzido o hábito de marinar o peixe cru com o sumo de laranja azeda, e iniciado o seu consumo. Parece que no Peru é essa a teoria mais difundida, e quase que totalmente assumida como oficial. Há ainda um grupo que atribui a origem da palavra ao termo “siwichi”, que significa peixe fresco, associada ao termo “cebo”, que quer dizer peixe em pequenos cortes. “Cebo” também significaria comida abundante.
Mas, na história também sujem opiniões que garantem que o ceviche já existiria muito tempo antes de os espanhóis chegarem ao Peru. O peixe seria marinado em frutas como o maracujá, ou em bebidas de milho fermentado e bem temperadas com pimentas locais. O aparecimento do limão, trazido pelos espanhóis, veio estabilizar a receita que se mantém ate hoje.
O ceviche tem um papel tão importante na cultura peruana que lhe é atribuído o dia 28 de julho como dia festivo de sua comemoração, tendo sido classificado como patrimônio cultural em 2004.

Agora é correr para a cozinha e testar essa delícia que, garanto, é a melhor receita de ceviche! ;) 



terça-feira, 20 de outubro de 2015

Apple Roses(Rosas de Maçã)

No último fim de semana em casa, resolvemos testar a receita das lindas apple roses que vimos num vídeo. 
Seguimos exatamente o explicado e o resultado foi fantástico! 
De forma surpreendentemente fácil, tem-se uma sobremesa muito gostosa, delicada, que vai impressionar! 

Abaixo segue o vídeo. Basta dar play e seguir o passo a passo. ;)


Para 6 rosas, você vai precisar de :

2 maçãs
Suco de meio limão(sem sementes)
massa folhada
geleia de sua preferência - 3 colheres de sopa
canela em pó

Fatie as maçãs. Leve ao microondas com água e suco de limão por 3 minutos. Escorra bem.
A geleia, 3 colheres de sopa, aqueça no micro com 2 colheres de água por 1 minuto. Se usar uma geleia muito molinha, nem precisa colocar água.
Abra a massa folhada com rolo. Corte 6 tiras iguais.
Passe a geleia nas tiras. 
Disponha as maçãs. Polvilhe canela e açúcar(se desejar).
Enrole e coloque na forma.
Asse por 45 minutos. 
O tempo varia um pouco de acordo com cada forno. 
No meu caso, como dobrei a receita, para ficarem douradinhas, levou vais tempo.

Dicas: Sirva as apple roses mornas, em pratos individuais, com sorvete e calda de baunilha. Fica sensacional!

Elas podem ser feitas com base de massa podre(a da torta de limão) também. 
Olhem que lindas!

Ou podem servir para fazer uma torta de maçã diferente...com rosas de maçã!

Muito amor envolvido. Pura delicadeza, não é mesmo?
Para encantar os olhos, o paladar e o coração. 
Esperamos que tenham gostado.
Beijinhos.
Cozinha da Janita.



sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Pãozinho de Abóbora e Chia

Esse pãozinho é quase como os pães-de-queijo fakes. 
Sem glúten e sem lactose, ficam lindos, saudáveis e deliciosos!

Ingredientes:
500 g de abóbora japonesa cozida e espremida
400 g de polvilho azedo
100 g de polvilho doce
4 colheres de azeite de oliva
3 colheres(sopa) de chia
Sal a gosto
Água aos poucos, até dar o ponto

Modo de Preparo:
Em um recipiente, coloque todos os ingredientes secos e o azeite. Misture tudo até formar uma "farofinha".
Adicione a abóbora e amasse com as mãos. Se necessário, acrescente água, aos poucos. 
O ponto é até desgrudar das mãos e enrolar facilmente. 
Faça bolinhas no formato de minipão de queijo. Distribua em forma antiaderente e asse em forno pré aquecido a 180 graus por, aproximadamente, 20 minutos, ou até crescerem e ficarem levemente corados.

OBS: é possível congelar as bolinhas antes de assar e quando quiser, basta assar. Do freezer direto para o forno. 

Dicas: Incremente a receita com mais temperinhos a gosto(ervas, açafrao, páprica, pimenta-do-reino...)
No lugar da chia, pode ser usado gergelim torrado, sementes de linhaça, sementes de papoula...
Se desejar, substitua a abóbora por batata baroa, batata doce ou inhame.

Bacana, né? ;) 

Pizza sem Glúten


Para não abrir mão de comer pizza, segue uma receita de pizza sem glúten que fica muito gostosa! Porque viver sem glúten a gente consegue, mas sem pizza, NÃO!!
Testada, devorada e aprovada.

Ingredientes:

1/2 xícara de farinha de arroz

1/2 xícara de fécula de batata ou amido de milho

1/2 copo de goma hidratada de tapioca ou polvilho doce

1 colher de chá de goma xantana

1/2 colher de chá de sal

1/2 colher de sopa de fermento biológico seco

1/2 colher de chá de açúcar demerara

1/2 copo de água morna

1 colher de sopa de azeite de oliva

1 ovo

Modo de fazer:

Dissolva o fermento e o açúcar na água morna – a temperatura ideal é quando você coloca o dedo e está confortável, espere o fermento reagir (cerca de 15 minutos).

Em uma tigela misture a farinha de arroz, a fécula de batata, goma de tapioca e a goma xantana e reserve. Faça um buraco no meio da mistura dos secos e adicione a mistura do fermento e o ovo levemente batido e misture até obter uma massa lisa. Coloque o óleo e o sal por último e misture bem. A massa fica bem grudenta, não tem como manipular com a mão.

Deixe a massa descansando em ambiente quentinho até dobrar de volume (eu deixo a minha perto do forno e abafo com um pano). Abra a massa em formato de pizza, na forma antiaderente com um espátula mesmo ou com a mão. Fiz em forma retangular(vide foto). Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por 10 a 15 minutos. Tire do forno, coloque o recheio de sua preferência e leve novamente para assar por mais uns 15 minutos a 200 graus C.

Rendimento: 1 pizza média.


OBS: As farinhas e goma xantana você encontra facilmente em lojas de produtos naturais e até em alguns supermercados. 
Pela internet tem tudinho na "Meu Grão", onde a gente sempre encontra tudo que precisa para cozinhar de forma saudável. Para quem busca praticidade, eles também vendem a misturinha pronta de pizza sem glúten, sem lactose, sem soja e sem açúcar(essa da foto abaixo).
 Basta seguir as instruções da caixinha. Muito fácil. Já provamos e é uma gostosura! Olha a foto da nossa!

O QUE É GOMA XANTANA?

Goma Xantana é um polissacarídeo obtido naturalmente pela fermentação da bactéria Xanthomonas campestris que sintetiza a goma para evitar sua desidratação. É um aditivo bastante utilizado na indústria farmacêutica e alimentícia como estabilizante, espessante, ligante e emulsificante.

Nas receitas SEM GLÚTEN, 90% tem entre os ingredientes a Goma Xantana no papel do espessante para dar liga às massas. Ela reduz o esfarelar das massas sem glúten, melhorando a consistência, pois atua como agente ligante.

A goma xantana substitui o glúten em farinhas, massas e produtos panificados sem este conjunto de proteínas e deve ser misturada com os ingredientes secos.

Atualmente, encontra-se facilmente à venda, em pó. Vende-se na forma de pó e pode ser usada com diversos fins: espessante, estabilizante, emulsionante, agente de suspensão, encorpante para saladas, molhos, produtos instantâneos, sobremesas, confeitaria, produtos lácteos, sumos de fruta e pastelaria.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Tem novidade de dar água na boca na Oktoberfest 2015


O festival já está na 32ª edição e acontecerá, em 2015, entre os dias 07 e 25 de outubro no Parque Vila Germânica, em Blumenau/SC.
Considerada a maior comemoração alemã realizada no Brasil, inspirada na comemoração de Munique, cidade da Alemanha, a Oktoberfest atrai milhares de moradores e turistas todos os anos. É um verdadeiro espetáculo de tradição, cores, cultura e muita alegria!

Quem já veio, quer voltar... e quem nunca prestigiou a segunda maior festa alemã do mundo, precisa conferir!
Prato cheio pra quem curte festa, comida boa e excelentes cervejas.

Ao todo, serão 19 pontos gastronômicos no evento, de 7 a 25 de outubro, no Parque Vila Germânica. Dentre as novidades, estão os pratos com peixe, frango e escalope de carne de porco, o Schnitzel.

O tema neste ano é "Você bem servido de tradição". A festa, tipicamente alemã, agora aderiu ao conceito do evento em Munique, conhecido como 'Haus', que significa 'casa' na língua germânica. A ideia separa os pratos gastronômicos em casas, divididos pelos sabores. 
Todos os pontos de alimentação tiveram seus nomes reformulados e vão receber nomenclatura de acordo com o prato oferecido no local, como por exemplo, Schweine Haus (Casa do Porco), Schnitzel Haus (Casa do Escalope), Fisch Haus (Casa do Peixe).
Os visitantes poderão degustar pratos como hambúrguer de peixe empanado, fish & chips, asinha de frango com molho, carne de frango empanada em cubos, coxa de frango com molho, entre outros.
O chef do Restaurante Escola do Senac e consultor do evento, Heiko Grabolle, afirma que o cardápio foi pensando com a intenção de fazer com que blumenauenses e visitantes sintam sensações marcantes ao consumir os produtos. — O blumenauense espera encontrar produtos de boa qualidade e o turista quer a comida típica, como marreco, batata recheada e apfelstrudel. A intenção foi casar esses dois gostos — afirmou.
Confira neste link do Site Oficial da Oktoberfest os pratos desta edição com harmonização das cervejas.


As estrelas da festa - AS CERVEJAS


Além dos pratos novos no cardápio, este ano é a estreia da Eisenbahn como marca oficial da Oktoberfest. A empresa do grupo Brasil Kirin trará qualidades de bebidas como Pilsen, Oktoberfest, Vienna Lager, Strong Golden Ale, Dunkel, Pale Ale e Weizen. A Baden Baden –do mesmo grupo – trará qualidades como Cristal, IPA, Red Ale e Weizen. A Nova Schin, outra integrante do grupo, trará bebidas Pilsen e Pilsen sem álcool.
Além disso, e pra nós o que é considerado o ponto alto da festa e orgulho para os blumenauenses, a festa também contará com quatro marcas artesanais da região: Container, Bierland, , Wunder Bier e Das Bier.
Destaque para a Cervejaria Container, que presenteia a região com as melhores cervejas do tipo inglesa e já é um grande sucesso. Não deixem de provar!!!


Para quem quiser conhecer mais sobre o precioso líquido, amorosa e primorosamente produzido neste que, é um dos grandes polos cervejeiros do páís, fica a dica do bacana Oktobertur - Roteiro Cervejarias Artesanais. Vale muito a pena!
Confira os preços das bebidas da festa:

Container
Bohemian Pilsen - R$ 7
Blonde Ale - R$ 8
Pale Ale - R$ 8
Dry Stout - R$ 8
English IPA - R$ 8

Eisenbahn
Pilsen - R$ 7Oktoberfest - R$ 8
No. 5 - R$ 8
Strong Gold Ale - R$ 8
Dunkel - R$ 8
Pale Ale - R$ 8
Weizenbier - R$ 8
Garrafa 355ml - R$ 8

Baden Baden
Cristal - R$ 8
IPA - R$ 8
Red Ale - R$ 8
Weiss - R$ 8

Bierland
Pilsen - R$ 7
Weizen - R$ 8
Vienna - R$ 8
IPA - R$ 8
Coquetel Chope de Vinho - R$ 8

Das Bier
Pilsen - R$ 7
Braunes Ale - R$ 8
Weizen - R$ 8
Pale Ale - R$ 8
Scoth Strong Ale - R$ 16 (dois tickets R$ 8)
Roggen Kölsch - R$ 8
Coquetel Chope de Vinho - R$ 8

Wunder Bier
Pilsen - R$ 7
Lager - R$ 8
Red Lager - R$ 8
Weizen - R$ 8
Coquetel Chope de Vinho - R$ 8

Schin
Pilsen - R$ 6
Zero Álcool - R$ 5
Não Alcoólicos
Refrigerante - R$ 5
Água - R$ 3
Suco - R$ 5
Energético Ecco - R$ 10

O horário de funcionamento dos setores da Vila Germânica será a partir das 18:00 horas diariamente, e a partir das 11:00 nos feriados, sábados, domingos e vésperas. A praça de alimentação e o setor 4 estarão abertos às 11:00 com atrações musicais. No dia 22 de outubro, a festa da melhor idade deve acontecer das 12:00 às 17:00 horas com entrada gratuita.
A venda online de ingressos para a 32ª edição da Oktoberfest de Blumenau 2015 já começou. As entradas custam entre R$ 10 e R$ 30 e dias 7, 19 e 15 será grátis.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Cheesecake bem light


Ingredientes:
400g de ricota fresca
1 colher de sopa de fécula de batata
200 ml de iogurte natural desnatado
1 colher de sopa de mel
2 ovos 
raspas de limão siciliano
gotinhas de essência de baunilha(opcional)
Geleia light/diet de morango para a cobertura

Modo de preparo:
No liquidificador, bata o iogurte, os ovos, o mel e a fécula. Depois de bater, acrescente, aos poucos, a ricota.
Coloque a mistura em uma forma untada com azeite e leve para assar por 50 minutos. Leve à geladeira para esfriar e sirva com a geleia de morangos.

Rápido, gostoso e bem light! 
Ótimo para incluir no cardápio de dietas, para emagrecer ou manter o peso com o prazer do sabor!

Momento Música na Cozinha
Se a receita é gostosa e light, ao prepará-la, a música pode harmonizar também?
Vou de Nouvelle Vague. Tudo a ver, delícia de som, "som cheescake"!

Enjoy! 
Beijinhos doces que não engordam. ;*

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